A família Cavalheiro foi uma das primeiras a chegar ao local,
em 1949, logo após a abertura do loteamento. Nesta época,
os ônibus de Hugo Veronesi só chegavam até a esquina da
Estrada das Lágrimas com a rua Armando de Arruda Pereira,
na antiga Vila São José.
A
rede elétrica no bairro começou a ser puxada
de outros locais por José Cavalheiro, que contava
com o apoio de vizinhos como Amâncio Toni e Pedro Depintor.
Na
época em que o "Bank Of London" adquiriu
a área, em 1930, a região possuía muitas
lagoas, onde se pescavam traíras junto ao rio dos
Meninos. Um grande terreno era utilizado pela Cerâmica
São Caetano para extração de argila.
Juntas, as duas áreas formavam uma propriedade de
um milhão de metros quadrados. Metade pertencia a
F. Ford, capitalista inglês, e metade a Wadih Pedro
& Irmão.
Havia também dois sítios: o Sítio dos
Meninos Novos, começando no Córrego Tamanduatei,
e acompanhando a Estrada Velha de Santos, e o sítio
Joaquim de Barros no, Rio dos Meninos.
A antiga Vila Belvedere foi anexada ao Jardim São
Caetano, e começou com o loteamento de Edgar de Aguiar
Gusmão em 1949, aprovado pelo Decreto 379 de 1º
de abril daquele ano. O Jardim São Caetano foi idealizado
pelos engenheiros Victor Malunud e João Delamonica
Pereira de Castro. É o único bairro residencial
de alta classe na região do ABC, projetado nos mesmos
moldes dos jardins América e Pacaembú, em
São Paulo.
Em três de dezembro de 1979 foi fundada no Jardim
São Caetano. a Sociedade Amigos do Bairro, que teve
sua primeira diretoria empossada em Março de 1980.
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Escola
Técnica Estadual Jorge Street na década
de 1970 |
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Parque
Infantil Alfredo Rodrigues em 1976 |
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Estrada
das Lágrimas, junto ao Parque Municipal São
José em 1961 |
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Parque
Municipal São José, mais conhecido como
Bosque do Povo em 1961 |
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Monumento
ao Maçon em 1991 |
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